Por Equipe JK

| Por: Adalberto Luque |

A principal suspeita da tentativa de homicídio contra Adenilson Ferreira Parente, de 27 anos, foi presa na manhã desta quarta-feira (15). Larissa Batista de Sousa, de 26 anos, foi presa pela equipe da Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC).

O mandado de prisão preventiva pedido pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) foi concedido pela Justiça no final da tarde de segunda-feira (13). Larissa e seu namorado Adenilson não foram encontrados desde então.

Ela passou a ser considerada foragida após diligências à casa do casal e de parentes de ambos. Na manhã desta quarta-feira ela foi localizada e detida. A mulher seria levada para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), no Centro de Ribeirão Preto, para, em seguida, ser encaminhada para uma unidade prisional. A matéria será atualizada com detalhes da prisão.

Prisão preventiva

A Justiça de Ribeirão Preto decretou a prisão preventiva da mulher de 26 anos, suspeita de envenenar o namorado com um copo de açaí adulterado com terbufós, substância conhecida como “chumbinho”. O caso ocorreu em 5 de fevereiro, e a vítima, de 27 anos, ficou internada por dez dias na UTI do Hospital das Clínicas.

A acusada foi denunciada pelo Ministério Público por tentativa de homicídio duplamente qualificada, por meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima. Ela não foi localizada pela Polícia Civil e é considerada foragida. Também foi solicitado o pagamento de indenização de R$ 50 mil.

Segundo o inquérito, a mulher teria entregue o produto envenenado ao companheiro. A investigação reuniu depoimentos que apontam possível motivação financeira, já que a vítima estaria com até R$ 20 mil em dinheiro no dia do crime, valor que seria usado na compra de um carro.

O Ministério Público considera a hipótese de tentativa de crime patrimonial, semelhante a latrocínio. Há indícios de que o veneno tenha sido colocado no açaí dentro do carro, após a retirada e reaplicação do lacre da embalagem.

A vítima, no entanto, mantém a versão de que a companheira é inocente e chegou a escrever uma carta em defesa dela. Familiares contestam essa versão e atribuem a autoria à suspeita.

A investigação também aponta que a mulher sugeriu procedimentos médicos logo após o mal-estar, o que pode indicar conhecimento prévio do envenenamento. A defesa nega as acusações. Caso a denúncia seja aceita, o caso será analisado pelo Tribunal do Júri.

Entenda o caso

Adenilson Ferreira Parente ficou internado por dez dias e chegou a ser intubado. Ele passou mal após consumir um copo de açaí com morango, leite condensado e amendoim triturado, comprado em uma loja no Jardim Anhanguera, zona leste de Ribeirão Preto.

A Justiça negou inicialmente o pedido de prisão temporária, mas autorizou busca e apreensão na residência do casal. No local, policiais apreenderam um pote com leite em pó, um copo de café e os celulares dos dois.

Os materiais foram encaminhados ao Instituto de Criminalística, na capital, para perícia. Imagens de câmeras de segurança mostram a movimentação na residência antes de Adenilson ser levado a um posto de saúde.

Diante da gravidade do quadro, ele foi transferido ao HC-UE, onde foi intubado e permaneceu na UTI. A suspeita de envenenamento por “chumbinho” foi levantada por um médico, e o caso passou a ser investigado pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic).

Por Equipe JK

| Por: Adalberto Luque |

A principal suspeita da tentativa de homicídio contra Adenilson Ferreira Parente, de 27 anos, foi presa na manhã desta quarta-feira (15). Larissa Batista de Sousa, de 26 anos, foi presa pela equipe da Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC).

O mandado de prisão preventiva pedido pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) foi concedido pela Justiça no final da tarde de segunda-feira (13). Larissa e seu namorado Adenilson não foram encontrados desde então.

Ela passou a ser considerada foragida após diligências à casa do casal e de parentes de ambos. Na manhã desta quarta-feira ela foi localizada e detida. A mulher seria levada para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), no Centro de Ribeirão Preto, para, em seguida, ser encaminhada para uma unidade prisional. A matéria será atualizada com detalhes da prisão.

Larissa (no detalhe (foto reprodução) foi presa preventivamente, acusada de tentar matar o namorado com açaí envenenado por “chumbinho” (Foto: Redes Sociais)

Prisão preventiva

A Justiça de Ribeirão Preto decretou a prisão preventiva da mulher de 26 anos, suspeita de envenenar o namorado com um copo de açaí adulterado com terbufós, substância conhecida como “chumbinho”. O caso ocorreu em 5 de fevereiro, e a vítima, de 27 anos, ficou internada por dez dias na UTI do Hospital das Clínicas.

A acusada foi denunciada pelo Ministério Público por tentativa de homicídio duplamente qualificada, por meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima. Ela não foi localizada pela Polícia Civil e é considerada foragida. Também foi solicitado o pagamento de indenização de R$ 50 mil.

Segundo o inquérito, a mulher teria entregue o produto envenenado ao companheiro. A investigação reuniu depoimentos que apontam possível motivação financeira, já que a vítima estaria com até R$ 20 mil em dinheiro no dia do crime, valor que seria usado na compra de um carro.

O Ministério Público considera a hipótese de tentativa de crime patrimonial, semelhante a latrocínio. Há indícios de que o veneno tenha sido colocado no açaí dentro do carro, após a retirada e reaplicação do lacre da embalagem.

A vítima, no entanto, mantém a versão de que a companheira é inocente e chegou a escrever uma carta em defesa dela. Familiares contestam essa versão e atribuem a autoria à suspeita.

A investigação também aponta que a mulher sugeriu procedimentos médicos logo após o mal-estar, o que pode indicar conhecimento prévio do envenenamento. A defesa nega as acusações. Caso a denúncia seja aceita, o caso será analisado pelo Tribunal do Júri.

Entenda o caso

Adenilson Ferreira Parente ficou internado por dez dias e chegou a ser intubado. Ele passou mal após consumir um copo de açaí com morango, leite condensado e amendoim triturado, comprado em uma loja no Jardim Anhanguera, zona leste de Ribeirão Preto.

A Justiça negou inicialmente o pedido de prisão temporária, mas autorizou busca e apreensão na residência do casal. No local, policiais apreenderam um pote com leite em pó, um copo de café e os celulares dos dois.

Os materiais foram encaminhados ao Instituto de Criminalística, na capital, para perícia. Imagens de câmeras de segurança mostram a movimentação na residência antes de Adenilson ser levado a um posto de saúde.

Diante da gravidade do quadro, ele foi transferido ao HC-UE, onde foi intubado e permaneceu na UTI. A suspeita de envenenamento por “chumbinho” foi levantada por um médico, e o caso passou a ser investigado pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic).

Por Equipe JK

| Por: Adalberto Luque |

A principal suspeita da tentativa de homicídio contra Adenilson Ferreira Parente, de 27 anos, foi presa na manhã desta quarta-feira (15). Larissa Batista de Sousa, de 26 anos, foi presa pela equipe da Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC).

O mandado de prisão preventiva pedido pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) foi concedido pela Justiça no final da tarde de segunda-feira (13). Larissa e seu namorado Adenilson não foram encontrados desde então.

Ela passou a ser considerada foragida após diligências à casa do casal e de parentes de ambos. Na manhã desta quarta-feira ela foi localizada e detida. A mulher seria levada para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), no Centro de Ribeirão Preto, para, em seguida, ser encaminhada para uma unidade prisional.

Larissa (no detalhe (foto reprodução) foi presa preventivamente, acusada de tentar matar o namorado com açaí envenenado por “chumbinho” (Foto: Redes Sociais)

Segundo o delegado Fernando Bravo, a mulher estava escondida em um hotel no Jardim Paulista, próximo ao Estádio dr. Francisco de Palma Travassos, do Comercial. Nesta terça-feira um áudio de Larissa pedindo para se esconder na casa de um amigo foi vazado.

Mas os investigadores concluíram que ela estava no hotel, mesmo sem terem recebido informações anônimas. “Mérito dos investigadores da [Delegacia de] Homicídios”, disse Bravo.

De acordo com o delegado, a acusada não ofereceu resistência e se manteve em silêncio durante todo o tempo, não sendo necessário o uso de algemas. “Nós não temos nada pessoal contra ela, a investigação é técnica”, afirmou Bravo.

Com a prisão, a Polícia Civil encerra sua participação no caso. Agora o caso segue na Justiça para que, em audiência de instrução, o juiz defina se ela será levada a julgamento, a júri popular ou o caso será arquivado. “Ela vai responder presa por tentativa de homicídio qualificado”, encerrou o delegado. A reportagem entrou em contado com a defesa de Larissa, mas não recebeu retorno.

Segundo o delegado, mulher estava escondida em hotel na zona Leste da cidade (Foto: Max Gallão Mesquita)

Prisão preventiva

A Justiça de Ribeirão Preto decretou a prisão preventiva da mulher de 26 anos, suspeita de envenenar o namorado com um copo de açaí adulterado com terbufós, substância conhecida como “chumbinho”. O caso ocorreu em 5 de fevereiro, e a vítima, de 27 anos, ficou internada por dez dias na UTI do Hospital das Clínicas.

A acusada foi denunciada pelo Ministério Público por tentativa de homicídio duplamente qualificada, por meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima. Ela não foi localizada pela Polícia Civil e é considerada foragida. Também foi solicitado o pagamento de indenização de R$ 50 mil.

Segundo o inquérito, a mulher teria entregue o produto envenenado ao companheiro. A investigação reuniu depoimentos que apontam possível motivação financeira, já que a vítima estaria com até R$ 20 mil em dinheiro no dia do crime, valor que seria usado na compra de um carro.

O Ministério Público considera a hipótese de tentativa de crime patrimonial, semelhante a latrocínio. Há indícios de que o veneno tenha sido colocado no açaí dentro do carro, após a retirada e reaplicação do lacre da embalagem.

A vítima, no entanto, mantém a versão de que a companheira é inocente e chegou a escrever uma carta em defesa dela. Familiares contestam essa versão e atribuem a autoria à suspeita.

A investigação também aponta que a mulher sugeriu procedimentos médicos logo após o mal-estar, o que pode indicar conhecimento prévio do envenenamento. A defesa nega as acusações. Caso a denúncia seja aceita, o caso será analisado pelo Tribunal do Júri.

Promotor Eliseu Berardo ofereceu denúncia contra Larissa e caso seguirá no Judiciário (Foto: Alfredo Risk)

Entenda o caso

Adenilson Ferreira Parente ficou internado por dez dias e chegou a ser intubado. Ele passou mal após consumir um copo de açaí com morango, leite condensado e amendoim triturado, comprado em uma loja no Jardim Anhanguera, zona leste de Ribeirão Preto.

A Justiça negou inicialmente o pedido de prisão temporária, mas autorizou busca e apreensão na residência do casal. No local, policiais apreenderam um pote com leite em pó, um copo de café e os celulares dos dois.

Os materiais foram encaminhados ao Instituto de Criminalística, na capital, para perícia. Imagens de câmeras de segurança mostram a movimentação na residência antes de Adenilson ser levado a um posto de saúde.

Diante da gravidade do quadro, ele foi transferido ao HC-UE, onde foi intubado e permaneceu na UTI. A suspeita de envenenamento por “chumbinho” foi levantada por um médico, e o caso passou a ser investigado pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic).

Por Equipe JK

| Por: Adalberto Luque |

A principal suspeita da tentativa de homicídio contra Adenilson Ferreira Parente, de 27 anos, foi presa na manhã desta quarta-feira (15). Larissa Batista de Sousa, de 26 anos, foi presa pela equipe da Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC).

O mandado de prisão preventiva pedido pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) foi concedido pela Justiça no final da tarde de segunda-feira (13). Larissa e seu namorado Adenilson não foram encontrados desde então.

Ela passou a ser considerada foragida após diligências à casa do casal e de parentes de ambos. Na manhã desta quarta-feira ela foi localizada e detida. A mulher seria levada para a Central de Polícia Judiciária (CPJ), no Centro de Ribeirão Preto, para, em seguida, ser encaminhada para uma unidade prisional.

Larissa (no detalhe (foto reprodução) foi presa preventivamente, acusada de tentar matar o namorado com açaí envenenado por “chumbinho” (Foto: Redes Sociais)

Segundo o delegado Fernando Bravo, a mulher estava escondida em um hotel na avenida Plínio de Castro Prado, Jardim Paulista, próximo ao Estádio dr. Francisco de Palma Travassos, do Comercial, zona Leste. Nesta terça-feira um áudio de Larissa pedindo para se esconder na casa de um amigo foi vazado.

Mas os investigadores concluíram que ela estava no hotel, mesmo sem terem recebido informações anônimas. “Mérito dos investigadores da [Delegacia de] Homicídios”, disse Bravo.

De acordo com o delegado, a acusada não ofereceu resistência e se manteve em silêncio durante todo o tempo, não sendo necessário o uso de algemas. “Nós não temos nada pessoal contra ela, a investigação é técnica”, afirmou Bravo.

Com a prisão, a Polícia Civil encerra sua participação no caso. Agora o caso segue na Justiça para que, em audiência de instrução, o juiz defina se ela será levada a julgamento, a júri popular ou o caso será arquivado. “Ela vai responder presa por tentativa de homicídio qualificado”, encerrou o delegado. A reportagem entrou em contado com a defesa de Larissa, mas não recebeu retorno.

Segundo o delegado, mulher estava escondida em hotel na zona Leste da cidade (Foto: Max Gallão Mesquita)

Prisão preventiva

A Justiça de Ribeirão Preto decretou a prisão preventiva da mulher de 26 anos, suspeita de envenenar o namorado com um copo de açaí adulterado com terbufós, substância conhecida como “chumbinho”. O caso ocorreu em 5 de fevereiro, e a vítima, de 27 anos, ficou internada por dez dias na UTI do Hospital das Clínicas.

A acusada foi denunciada pelo Ministério Público por tentativa de homicídio duplamente qualificada, por meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima. Ela não foi localizada pela Polícia Civil e é considerada foragida. Também foi solicitado o pagamento de indenização de R$ 50 mil.

Segundo o inquérito, a mulher teria entregue o produto envenenado ao companheiro. A investigação reuniu depoimentos que apontam possível motivação financeira, já que a vítima estaria com até R$ 20 mil em dinheiro no dia do crime, valor que seria usado na compra de um carro.

O Ministério Público considera a hipótese de tentativa de crime patrimonial, semelhante a latrocínio. Há indícios de que o veneno tenha sido colocado no açaí dentro do carro, após a retirada e reaplicação do lacre da embalagem.

A vítima, no entanto, mantém a versão de que a companheira é inocente e chegou a escrever uma carta em defesa dela. Familiares contestam essa versão e atribuem a autoria à suspeita.

A investigação também aponta que a mulher sugeriu procedimentos médicos logo após o mal-estar, o que pode indicar conhecimento prévio do envenenamento. A defesa nega as acusações. Caso a denúncia seja aceita, o caso será analisado pelo Tribunal do Júri.

Promotor Eliseu Berardo ofereceu denúncia contra Larissa e caso seguirá no Judiciário (Foto: Alfredo Risk)

Entenda o caso

Adenilson Ferreira Parente ficou internado por dez dias e chegou a ser intubado. Ele passou mal após consumir um copo de açaí com morango, leite condensado e amendoim triturado, comprado em uma loja no Jardim Anhanguera, zona leste de Ribeirão Preto.

A Justiça negou inicialmente o pedido de prisão temporária, mas autorizou busca e apreensão na residência do casal. No local, policiais apreenderam um pote com leite em pó, um copo de café e os celulares dos dois.

Os materiais foram encaminhados ao Instituto de Criminalística, na capital, para perícia. Imagens de câmeras de segurança mostram a movimentação na residência antes de Adenilson ser levado a um posto de saúde.

Diante da gravidade do quadro, ele foi transferido ao HC-UE, onde foi intubado e permaneceu na UTI. A suspeita de envenenamento por “chumbinho” foi levantada por um médico, e o caso passou a ser investigado pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic).

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